
Base cristã como escudo protetor
Com a chegada da adolescência “a proximidade da infância, com a troca de carinho e muito contato físico, vai ficando só no desejo da mãe. Especialmente em público! Adolescente abraçado ou de mão dada com a mãe diante dos amigos, ‘paga mico’”. Esta é a realidade da violinista Alda Coutinho Leandro, mãe de três rapazes com idades de 16, 15 e 7. “Filhos sempre copiam as atitudes dos pais. Por isto a base cristã, o bom caráter dos pais, torna-se imprescindível na formação.
Meus adolescentes são críticos até demais! Por isto são firmes nas escolhas e abominam o que não concordam. São tímidos, mas não se deixam intimidar. Creio que é na adolescência que esta base faz a diferença. Converso com eles sobre muitos assuntos. Eles me ensinam informática e futebol e eu lhes ensino que ninguém vive só neste mundo, precisamos uns dos outros, especialmente da família. Procuro sempre demonstrar em atos e palavras o amor que sinto por eles e que, antes de mim ou do pai, Deus já os amava muito”.
Para muitos pais, a educação impositiva não leva a lugar nenhum, e a conscientização ainda é o melhor caminho. “Pela nossa experiência, eu e minha esposa passamos a ter mais cuidado com as nossas palavras e atitudes. Ficamos mais tolerantes, porém nossos filhos ficaram mais responsabilizados. Nós os orientamos todos os dias. Se percebemos deslizes, damos uma saída e conversamos sobre o assunto. Procuramos manter práticas como pedir a bênção e orar. Entendo que uma educação fundamentada na conscientização e no exercício bíblico se torna um escudo protetor que lhes dá segurança para fazer as melhores escolhas . Confira a pesquisa.
