Conselho de Pastoral do Santuário-CPS


Missão Do Conselho De Pastoral?

Desde o Concílio Vaticano II (1962-1965), a Igreja Católica assumiu um rosto novo. Ela foi definida como Povo de Deus. Insiste-se mais na dimensão da Igreja-comunhão. É o novo jeito de ser Igreja-família, Igreja-participação, Igreja-comunidade, Igreja-povo.

Nela, todos os fiéis são co-responsáveis pela vida cristã e pela missão evangelizadora. Todos os batizados têm carismas ou dons, para serem postos a serviço da comunidade. O CPP é a expressão organizacional da Igreja, que pretende ser mais participativa e comunitária. Quanto mais conselhos houver na Igreja, mais ela será participativa.

Natureza do Conselho

O CPS é um organismo consultivo (Cf. Cân. 536, § 2), que sob a presidência do Reitor, planeja, organiza, lidera, coordena e avalia a Pastoral Orgânica do Santuário, exprimindo a unidade e corresponsabilidade, na comunhão eclesial, de religiosos e leigos, sob a jurisdição do Bispo.

O CPS é o principal organismo coordenador da participação dos leigos com os clérigos e religiosos, na vida e nas ações pastorais da Igreja local.

Finalidade e Competência do CPS

O CPS consiste numa instância de organização da prática pastoral da Igreja, tendo como objetivo principal ser sinal da comunhão que deve reinar entre todas as comunidades, pastorais e movimentos do Santuário, bem como testemunhar que todos são irmãos e chamados a trabalhar juntos para o amadurecimento da vida comunitária, formando, assim, o único Corpo de Cristo.

– O CPS tem como objetivos promover a unidade e a corresponsabilidade das forças vivas do Santuário, examinando, planejando, avaliando, liderando, e dinamizando as ações pastorais do Santuário e propondo prática sobre elas.

– O CPS visa ser também um elemento de integração das pastorais, associações, movimentos, respeitando a índole própria e a autonomia de cada um deles, sendo um sinal de consciência, de coparticipação, de corresponsabilidade e de Comunhão.

– Para a consecução de seu objetivo, o CPS procurará promover e coordenar a ação pastoral e evangelizadora do Santuário, para
melhor realizar a missão da Igreja, competindo-lhe:
a) Coordenar, articular e animar as pastorais, movimentos e as comunidades do Santuário ;
b) Investir e ajudar na formação, despertando novas lideranças;
c) Identificar problemas, buscar as causas e juntos buscar soluções;
d) Planejar o trabalho pastoral, avaliar e celebrar a caminhada;
e) Organizar um cronograma das atividades pastorais do Santuário;
f) Encaminhar e acompanhar o planejamento de cada pastoral, movimento e comunidades, a partir das decisões e planejamento paroquial e diocesano;
g) Promover a integração e a unidade pastoral no Santuário ;
h) Aprofundar (estudar) temas importantes para a caminhada pastoral, Documentos da Igreja e outros;
i) Manter uma contínua reflexão sobre a realidade do Santuário ;
j) Estar a serviço do crescimento das pastorais e da comunidade como um todo. Para isto, é preciso estar atento a tudo o que acontece na comunidade do Santuário e fora dela;
k) Incentivar a participação de todos. Distribuir trabalhos para que mais pessoas assumam os serviços da Igreja;
l) Zelar pela unidade (não uniformidade) no caminho pastoral;
m) Organizar e realizar a Assembleia Paroquial, bem como viabilizar suas resoluções;

- O CPS deve deixar-se marcar pelo espírito de fé e por profundo amor a Jesus Cristo e à sua Igreja, sendo sinal para toda a comunidade.

– Deve ser ainda, lugar de diálogo sincero e respeitoso, atento ao bem comum, criando condições para que todos possam se expressar com liberdade, sem temor ou agressividade, sendo lugar privilegiado de diálogo entre padre, coordenadores ou representantes de comunidade, de pastorais, movimentos, e outros serviços da comunidade.

Novenário de N. Sra.
do Perpétuo Socorro

– O CPS deve também aprender a dialogar, a conhecer os problemas humanos e pastorais do Santuário, a refletir sobre eles à luz do Evangelho e a decidir com prudência e coragem as ações a serem incentivadas.

Qualidades dos Integrantes do CPS:

a) Ter uma fé autêntica, responsabilidade e vivência cristã;
b) Ter uma mentalidade de mudanças, sempre atual, de comunhão e participação;
c) Ter uma mentalidade centrada em Cristo, comunitária e missionária;
d) Ter compromisso com a comunidade paroquial e sua caminhada;
e) Ter espírito de colaboração, de serviço corresponsável e de diálogo;
f) Saber respeitar as diferenças legítimas;
g) Aceitar os objetivos do Conselho;
h) Ser solidário nas decisões tomadas;
i) Ser capaz de trabalhar em equipe;
j) Ser comunicativo/a a fim de poder transmitir com clareza os anseios das equipes ou comunidades que representam e o Conselho, e vice-versa;
l) Estar atento/a caminhada do Santuário e não só do seu grupo ou comunidade;
m) Abraçar o trabalho de colocar em ação as prioridades do Santuário.
n) Estar ciente de que o Reitor é encarregado da “cura de almas”, com “o dever de ensinar, santificar e governar”;
o) Saber que os Missionários Redentoristas são colaboradores em suas atribuições,
p) Ter consciência de que os sacerdotes, “pais e mestres entre povo de Deus, presidem e conjugam seus esforços com fiéis leigos”, respeitando-lhes a liberdade, os desejos, a experiência e a competência (Cf. Presbiterorum Ordinis, n. 9), como assistentes, orientadores, coordenadores e animadores da comunidade;
q) Prestar sua “cooperação direta” com o Reitor (Cf. Apostolicam Actuositatem, n. 20), ajudando-o a refletir e a buscar soluções práticas, viáveis, para os problemas pastorais, auxiliando-o em iniciativas apostólicas e missionárias da própria família eclesial;
r) Ter por missão, junto com o Reitor, toda a coordenação do Plano de Pastoral do Santuário, administrando com ele e apresentando sugestões para o melhor andamento na pastoral do Santuário.

 

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