Devoção à Maria


A devoção do Povo de Deus a Maria está inspirada no seu próprio mistério de “rosto materno de Deus” como Filha bem amada de Deus Pai, Mãe do Redentor, comunhão com Cristo (maternal, humana, teologal, realizada pela ação do Espírito Santo); e no seu ministério maternal para com os homens, segundo o plano de Deus.

Para sermos cristãos, precisamos ser também “marianos”, porque Cristo foi-nos dado pelos braços de Maria, pelo seu ministério maternal que nos conduz a Ele pelo caminho do EXEMPLO e da INTERCESSÃO. Porque Maria é a “figura” mais perfeita de semelhança com Cristo e colabora na educação da vida divina dos redimidos e da atitude espiritual dos adoradores do Pai “em espírito e verdade”.

Maria, como nossa Mãe, é um dom de Cristo. Possui uma relação maternal conosco: a relação única e irrepetível da mãe com o filho e do filho com a mãe. A verdadeira devoção está na resposta-entrega ao amor da Mãe de Cristo e nossa Mãe. Sem cair na “mariolatria”, as devoções da piedade popular devem estar informadas pelo sentido da verdadeira devoção e subordinadas à piedade litúrgica.

As “devoções” nasceram da devoção a Maria no decorrer da História; condicionadas, porém, pelos acontecimentos, pela cultura e piedade. As formas de piedade que não estejam adaptadas às exigências e sensibilidades do homem atual devem ser submetidas a um exame e revisão - disse Paulo VI.

Papas Bento e Francisco e a Devoção Mariana

“Ser Católico é Ser Mariano”

Segundo Bento XVI, “A identidade católica não pode existir sem uma atitude mariana”, recordando que “ser católicos quer dizer ser marianos, que isso significa o amor pela Mãe, que na Mãe e pela Mãe encontramos o Senhor”.
O Papa emérito disse que “Maria é a grande crente” que indica a todos “o caminho da fé, a coragem de confiar-nos a esse Deus que se dá em nossas mãos, a alegria de ser testemunhas; e depois, sua determinação de permanecer firme quando todos fogem, a coragem de estar do lado do Senhor quando tudo parecia perdido, e fazer seu o testemunho que conduziu à Páscoa”.
Também expressou sua alegria pelo fato de que “ainda hoje há homens que, junto a Maria, amam o Senhor; que, através de Maria, aprendem a conhecer e a amar o Senhor e, como Ela, dão testemunho do Senhor nas horas difíceis e nas felizes; que estão com Ele aos pés da cruz e que continuam vivendo alegremente a Páscoa junto d'Ele”.
Também confessou que experimenta “como a Mãe continua confiando o mundo ao Senhor”.

“É de Maria que se aprende o verdadeiro discipulado”

 

A Igreja, quando busca Cristo, bate sempre à casa da Mãe Sede: “Mostrai-nos Jesus”. É de Maria que se aprende o verdadeiro discipulado. E, por isso, a Igreja sai em missão sempre na esteira de Maria. Assim, também eu venho bater à porta da casa de Maria, que amou e educou Jesus, para que ajude a todos nós, os Pastores do Povo de Deus, aos pais e aos educadores, a transmitir aos nossos jovens os valores que farão deles construtores de um País e de um mundo mais justo,solidário e fraterno. Para tal, gostaria de chamar à atenção para três simples posturas: Conservar a esperança; deixar-se surpreender por Deus; viver na alegria!

 

Qualidades da devoção à Virgem Maria

a) VENERAÇÃO - culto pelas maravilhas que Deus nela realizou

b) INVOCAÇÃO - pedindo o seu auxílio e proteção

c) AMOR - filial

d) IDENTIFICAÇÃO - espiritual

e) IMITAÇÃO - das suas atitudes: Ouvinte da Palavra, Obediente na Fé, Orante, Fiel e Disponível, Consagrada.

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